Quero compartilhar aqui um projeto novo, um documentário sobre auto-conhecimento.
Sou co-produtor deste filme, com muitas boas surpresas.
Estamos já colocando no ar o website do filme (e blog), e estaremos compartilhando trechos de entrevistas durante o período de produção: www.eumaior.com.br
Vale a pena pelo conteúdo, links para aprofundamento sobre os entrevistados, enfim, um espaço sendo criado com muito cuidado. Divulguem, participem, opinem.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Eckhart Tolle e a observação como a maior das armas
Já foram muitos livros, de Freud a Krishnamurti, Buda a Ramana Maharshi, retiros, técnicas de meditação, grupos de auto-conhecimento e aprendizados no dia-a-dia. Quero compartilhar que foi um marco e um grande presente quando li um livro de Eckhart Tolle, cerca de um ano atrás. Como se todos aprendizados fossem conectados de uma maneira muito simples e clara.
Estou lendo o último livro dele pela segunda vez, "Um novo mundo - despertando para o propósito de vida", onde ele descreve com muita clareza a maneira como temos nos relacionado, seja com outras pessoas, situações, ou com nosso próprios pensamentos,idéias ou emoções. A observação de si mesmo a cada momento vai sendo dissecada como uma ferramenta indispensável para que possamos transitar pelo mundo, em paz.
Lógico que não é um novo ensinamento, mas um maneira nova de esclarecer o que já vem sendo falado há milênios. Basicamente ele coloca que percebo como "eu", tudo aquilo com que me identifico: o corpo, um carro, uma conta bancária, mesmo sutis como uma idéia, um pensamento ou uma emoção - e que vou me defender de tudo aquilo que perceba como um ataque a estas formas. Daí surgem todas as reações, brigas e guerras.
O aprendizado, conforme captei através das "minhas" lentes, é transitar por todas essas "formas" percebendo que não sou estas formas, mas sim o observador por detrás delas. Um observador sem formas, sem fronteiras. Esse é o desafio, um chamado para testar e confirmar. Segundo ele, na identificação com esse "espaço", com esse "eu" sem forma, está uma bem-aventurança além do tempo, além das percepções de falta, de carência. E o portal para este "espaço" observador é o agora, nunca os pensamentos sobre o passado ou futuro, sempre o agora, o único tempo que existe, nesse momento.
Observando meus pensamentos, percebo que não sou o pensamento, mas sim aquele que observa. Parece confuso mas vai ficando cada vez mais simples e mais fácil de observar. Um ensinamento que deixa muito claro que o aprendizado é aqui e agora, nunca num futuro distante, num "paraíso" idealizado. E que esse aprendizado não diminui a alegria de estar no mundo, nas relações, pelo contrário.
Coloco abaixo um video dele falando sobre responsabilidade (em inglês), mas há vídeos no youtube com legendas em português também.
Estou lendo o último livro dele pela segunda vez, "Um novo mundo - despertando para o propósito de vida", onde ele descreve com muita clareza a maneira como temos nos relacionado, seja com outras pessoas, situações, ou com nosso próprios pensamentos,idéias ou emoções. A observação de si mesmo a cada momento vai sendo dissecada como uma ferramenta indispensável para que possamos transitar pelo mundo, em paz.
Lógico que não é um novo ensinamento, mas um maneira nova de esclarecer o que já vem sendo falado há milênios. Basicamente ele coloca que percebo como "eu", tudo aquilo com que me identifico: o corpo, um carro, uma conta bancária, mesmo sutis como uma idéia, um pensamento ou uma emoção - e que vou me defender de tudo aquilo que perceba como um ataque a estas formas. Daí surgem todas as reações, brigas e guerras.
O aprendizado, conforme captei através das "minhas" lentes, é transitar por todas essas "formas" percebendo que não sou estas formas, mas sim o observador por detrás delas. Um observador sem formas, sem fronteiras. Esse é o desafio, um chamado para testar e confirmar. Segundo ele, na identificação com esse "espaço", com esse "eu" sem forma, está uma bem-aventurança além do tempo, além das percepções de falta, de carência. E o portal para este "espaço" observador é o agora, nunca os pensamentos sobre o passado ou futuro, sempre o agora, o único tempo que existe, nesse momento.
Observando meus pensamentos, percebo que não sou o pensamento, mas sim aquele que observa. Parece confuso mas vai ficando cada vez mais simples e mais fácil de observar. Um ensinamento que deixa muito claro que o aprendizado é aqui e agora, nunca num futuro distante, num "paraíso" idealizado. E que esse aprendizado não diminui a alegria de estar no mundo, nas relações, pelo contrário.
Coloco abaixo um video dele falando sobre responsabilidade (em inglês), mas há vídeos no youtube com legendas em português também.
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